O árbitro somali Omar Artan, considerado um dos melhores árbitros africanos da atualidade, não participará no Mundial após ter sido impedido de entrar nos Estados Unidos, país que acolhe parte da competição.
Segundo informações divulgadas, o juiz possuía documentação e visto válidos, mas acabou impedido de ingressar no território norte-americano por razões que não foram oficialmente esclarecidas.
A situação gerou debate no mundo do futebol, especialmente porque a Somália integra a lista de países abrangidos por restrições migratórias impostas pela administração do presidente Donald Trump.
Embora as autoridades norte-americanas não tenham revelado os motivos específicos do caso, a decisão levantou questionamentos sobre o impacto de políticas migratórias em eventos desportivos internacionais.
A FIFA confirmou estar ciente da situação, mas reconheceu que não possui autoridade para alterar decisões tomadas pelas autoridades dos Estados Unidos em matéria de imigração.
A ausência de Omar Artan representa uma perda significativa para a arbitragem africana, uma vez que o árbitro vinha ganhando destaque internacional pelo seu desempenho em competições continentais e internacionais.
